Logo do Site

88889A pressão da comunidade científica funcionou. Nesta segunda-feira, 16 de janeiro, o governo publicou no Diário Oficial da União uma portaria que recupera R$ 1,7 bilhão para a área de Ciência, Tecnologia e Inovação. Na aprovação da Lei Orçamentária Anual de 2017, no final do ano passado, estes recursos haviam sido transferidos de uma fonte segura (Tesouro Nacional) para outra, que não garantia os pagamentos.

Segundo o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTIC, Jailson Bittencourt de Andrade, a portaria tem efeito imediato. “A Portaria retorna 100% dos recursos que haviam sido contingenciados. São recursos referentes à Pesquisa de Desenvolvimento das Organizações Sociais, à administração do MCTIC e operações especiais - formação, capacitação e fixação de recursos humanos qualificados para CT&I – totalizando, assim, o R$ 1,7 bilhão retirado”, disse.
Os cortes do orçamento de CT&I na LOA 2017 foram percebidos pela SBPC logo que a Lei foi sancionada. Imediatamente, a SBPC escreveu uma nota de protesto e mobilizou nove entidades científicas para apoiar a manifestação, que alertava sobre as consequências drásticas dessa manobra para a área. O manifesto repercutiu em toda a imprensa nacional.
“Vamos, toda a comunidade científica, continuar na luta para que mais recursos sejam alocados, e atentos para que nenhum deles seja retirado”, conclama a presidente da SBPC, Helena Nader.
Veja também em: CNPq

Abaixo-assinado eletrônico

Apesar da vitória no orçamento, Nader também fala sobre a importância de todos os professores, pesquisadores, estudantes e demais profissionais que atuam em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), bem como toda a sociedade, endossarem o abaixo-assinado para pressionar o governo a garantir recursos para o desenvolvimento da CT&I no país. Desde sua criação, mais de 26 mil pessoas já assinaram a petição. O abaixo-assinado está disponível online aqui.

Fonte: Jornal ADUFRJ

recebe professorEm resposta ao convite da coordenação do laboratório Bioinovar, Dr. Claudiu Supuran ministrará o curso sobre Anidrase Carbônica nos dias 12 e 14 de dezembro. As inscrições devem ser feitas no setor de pós-graduação do Instituto.
Entrevistado pela jornalista do IMPG, Dr. Claudiu Supuran expressou sua opinião sobre o desenvolvimento biotecnológico no Brasil e sua contribuição para a pesquisas científica no campo da farmacologia, falou também sobre o maior desafio para a pesquisa científica em todo o mundo.
Na opinião do Dr. Claudiu, ao observar o nível das publicações científicas de colegas brasileiros e suas inserções em revistas de referência, pode-se concluir que o desenvolvimento biotecnológico no Brasil segue seu imenso potencial.
Supuran identifica o Brasil como um dos países de maior contribuição para a pesquisa científica por meio de sua biodiversidade, referente à riqueza ambiental encontrada no Amazonas e sua diversidade de biotipos presentes na miscigenação de seu povo.
Por essa razão, o Brasil apresenta uma miríade de possibilidades para a pesquisa científica, para os estudos de doenças e desenvolvimento de fármacos.
Ao ser indagado sobre qual seria, na sua opinião, o maior desafio para a pesquisa científica no Brasil, Dr. Claudiu respondeu que esse desafio dizia respeito ao mundo todo, trata-se de uma política de investimentos contínuos na ciência, a flexibilização dos trâmites burocráticos tanto na aquisição de insumos para as pesquisas.

estudantescriamDe acordo com estudos recentes, é provável que em 2050 haja mais plástico do que peixes em nossas águas oceânicas. Ainda bem que existem pessoas preocupadas com a poluição dos oceanos, e desse modo, uma bactéria foi desenvolvida pelas estudantes Miranda Wang e Jeanny Yao.

As pesquisas iniciaram-se ainda no colégio, e hoje elas já possuem duas patentes, uma empresa e cerca de U$ 400 mil dólares de investimento.

Com cinco prêmios, a dupla ficou famosa por ser a mais jovem a ganhar o prêmio Perlman de Ciência. Tudo devido ao protótipo de bactéria capaz de transformar plástico em CO² e água. A tecnologia vem sido utilizada de duas formas: a primeira é para limpar as praias e a segunda para produzir matéria-prima para confecção de tecidos.

“Nos dias de hoje, é praticamente impossível fazer com que paramos de usar plástico. Acreditamos que tudo deveria ser biodegradável”, disse Wang.

Tecnologia em desenvolvimento

Em um primeiro passo o plástico é dissolvido e depois as enzimas de catalização quebram os componentes do mesmo em pedaços mais maleáveis. Esses componentes por sua vez, são colocados em uma estação biodigestora, em que tudo será compostado. O processo leva apenas 24 horas para acontecer. Ah, a ciência! <3

Achou útil essa informação? Compartilhe com seus amigos!

Fonte: Engenharia é

  • sbctacnpqfaperjcapespetrobrassbm
  • rede de tecnologiafinep 2agencia de inovacaosebraeembrapanpi
  • projeto coralperiodicosCurta Logo Print 2
Topo