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MicroNews

Apresentação

Esse novo veículo de informação trará comunicados breves de forma ágil, com objetivo de aumentar o fluxo de informação no Instituto e incentivar a participação com envio de notas informativas para aumentar a interação entre seus diferentes públicos que copõem eu corpo social.

MICRONEWS será produzido quinzenalmente, dessa forma, as notas podem ser enviadas para o e-mail: micronews@micro.ufrj.br. Importante reforçar que trata-se de um informativo interno, que veiculará informações que impactam o cotidiano do Instituto. 

No entanto, caso haja interesse dos departamentos em trabalhar alguma informação, direcionando-a para os veículos das empresas de comunicação, “grande mídia”, será necessário que coloque essa observação no e-mail, indicando os melhores horários para responder a esses veículos e um número de contato.
A assessoria de comunicação do IMPG acompanhará todo o trabalho de divulgação, e o apoio à entrevista, caso o pesquisador julgue necessário.

Alane Beatriz Vermelho
Direção IMPG
Andréa Pestana C. Freitas
Assessoria de Comunicação IMPG


crime scene

O documentário americano Em busca dos Corais reporta o trabalho de três anos de uma equipe formada por cientistas, fotógrafo e mergulhadores que monitoraram as formações de corais nos oceanos.

O grupo constatou que o aquecimento global tem impactado de forma devastadora na saúde das florestas de corais, esse efeito pode ser observado nas florestas de corais da Oceania, Bahamas e da Baía de Ilha Grande, em Angra dos Reis.

“Quando os corais passam por algum stress, ocorre a expulsão das algas microscópicas que vivem ali integradas”.

Segundo o Biólogo Gustavo Duarte da UFRJ, membro do Conselho de Pesquisas do AquaRio, essas algas são a principal fonte de alimento dos corais. Sem o alimento os corais ficam stressados e perdem a cor, ou seja, eles morrem. Gustavo afirma que em determinadas regiões estão se formando desertos de corais, onde se pode observar a presença de esqueletos de corais sem cor e sem vida.

Para solucionar o problema, um grupo de pesquisadores do Instituto de Microbiologia da UFRJ e do centro de pesquisas do AquaRio desenvolveram um método de proteção e de recuperação desses ecossistemas.

A equipe recolhe na superfície dos recifes, bactérias capazes de proteger os corais contra os fatores externos, como o aumento da temperatura da água. Esses microrganismos são reproduzidos em laboratório e posteriormente compõem um coquetel probiótico que é aplicado nas áreas afetadas.

Esse método foi testado em uma colônia de corais coletada no litoral da Bahia e disposta em um tanque aquecido no AquaRio. O remédio conseguiu bons resultados, cessando o processo de branqueamento e fazendo com que a cor fosse recuperada gradativamente.

“O método também já mostrou eficácia em caso de poluição com óleo”.

A equipe chama a atenção de que embora o método tenha apresentado sucesso, para cada espécie de coral existe uma receita específica.

A bióloga Raquel Peixoto (IMPG/UFRJ) é a líder do projeto e responsável pela apresentação da iniciativa no European Coral Refff Symposium, na Universidade de Oxford, Inglaterra. Raquel foi convidada pela Universidade da Califórnia a liderar um grupo formado por profissionais de seis países, que planeja implementar o “coquetel probiótico” em diferentes ecossistemas.

“Agora precisamos mostrar ao resto do mundo que dá certo”.

Twitter da rede@bmmo_network

Fontes: The Guardian e Veja Rio

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