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Cientistas, pesquisadores e docentes ocuparam as escadarias da ALERJ em protesto à PEC 19/2016, que prevê redução de 50% do repasse de verba estadual destinada à Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).
O governador Luiz Fernando Pezão apresentou uma proposta de Emenda Constitucional que reduz o repasse atual de 2% da arrecadação do estado destinada à Fundação para 1%.

A comunidade cientifica do estado têm feito diversas manifestações nas instituições de pesquisa e ensino, rechaçando a iniciativa do governador e informando à população dos impactos negativos da proposta sobre o desenvolvimento científico do estado. A PEC 19/2016 não apenas interrompe projetos de pesquisas em andamento, como prevê um corte de 5 mil bolsas de pesquisa.
Cabe reforçar que, recentemente, a FAPERJ compôs seis redes de pesquisa sobre os vírus transmitidos pelo mosquito Aedes Aegypti que mobilizará 325 cientistas em todo o Brasil.

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paulo coutinho impg

Fonte: site SIQUIRJ – Sindicato da Industria de Produtos Químicos para fins industriais do Estado do Rio de Janeiro.

No último dia 14, Paulo Coutinho, convidado pela direção do IMPG, apresentou o novo Instituto SENAI Inovação – ISI, que tem como principal objetivo aumentar a produtividade e a competividade da indústria brasileira, por meio de soluções inovadoras.

O ISI tem como foco a inovação das empresas de base tecnológica, por meio de pesquisas aplicadas e projetos de inovação tecnológica, apoio laboratorial para prototipagem, serviços tecnológicos de alta complexidade e alto valor agregado, aumento de performance e redução de riscos tecnológicos em conexão com os principais atores de Sistema Nacional de Inovação consultoria e treinamento em diversas áreas.

Segundo Paulo Coutinho o ISI tem infraestrutura para 30 unidades, no caso específico do Rio de Janeiro, o Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos oferecera soluções em bioquímica e química para produção e processos sustentáveis. Seus segmentos estratégicos são as indústrias de especialidade e bases químicas, biocombustíveis, agroquímica, indústria de bens de consumo, home & personal care, papel e celulose, óleo e gás.

O Instituto foi criado para atender a demanda de PD&I da indústria química brasileira, constatada a partir de estudos que indicaram a biotecnologia e novas matérias-primas renováveis como áreas em que o país possui vantagens competitivas, como o Plano Brasil Maior, o Estudo da diversificação da indústria química brasileira (BNDES/ABIQUIM) e a Agenda Tecnológica Setorial em química de renováveis (ABDI).

O ISI em Biossintéticos será instalado no Parque Tecnológico do Campus da Ilha do Fundão.

Paulo Coutinho ressaltou que o ISI tem o propósito de ocupar o espaço em inovação ainda não assumido pela academia e demais institutos de pesquisa do país.

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