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11 11 microbiologia destaqueA Comissão de Seminários do PPG-Micro e a Coordenação de Pós-graduação convidam a todos a assistirem ao seminário: "O pulo do gato: busca por novas alternativas para o tratamento da esporotricose", a ser apresentado pela Dra. Luana Pereira Borba-Santos (Pesquisadora Laboratório de Biologia Celular de Fungos, situado no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho - UFRJ). O seminário será realizado no dia 12 de novembro (terça-feira) às 12:00h, no anfiteatro do Instituto de Microbiologia.

Contamos com a participação de todos os docentes, pesquisadores e alunos do IMPG.

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No dia 22 de outubro professora Beatriz Meurer assinou o termo de posse da direção do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes. A cerimônia contou com a presença do Vice-Reitor, professor Carlo Frederico Leão Rocha, do Decano, Jose Eurico Nassiud, e da Vice-Diretora Raquel Regina Bonelli.

Na presença do corpo social do Instituto a nova diretora, professora Beatriz Meurer, agradeceu a oportunidade de estar à frente do Instituto durante os próximos quatro anos, e se comprometeu a trabalhar para que sua excelência na formação e na pesquisa, tenha cada vez mais o reconhecimento da comunidade universitária e também das instituições de ensino e pesquisa externas à UFRJ . Para a professora Beatriz, a pujança do IMPG é notável, fato que a anima e reforça ainda mais o grau de sua responsabilidade.

A Vice-diretora, professora Raquel Bonelli, reforçou o compromisso com excelência e enfatizou seu sentimento de gratidão pela confiança e encorajamento com que sua relação com o corpo docente do Instituto vem sendo pontuada desde sua formação. Professora Raquel destacou também elementos como a diversidade, a inquietação e a busca incessante pela qualidade como diferenciais do IMPG.

Outro ponto importante de seu discurso foi referente às novas estratégias didáticas e à inovação com ênfase na tecnologia, para Bonelli o Instituto encontrará formas próprias e autênticas para responder a esse e demais desafios que se colocarão na ordem do dia, trazidos pela velocidade com que ocorrem as mudanças em nossos tempos.

O Decano do Centro de Ciências da Saúde, professor Luis Eurico Nassiud, externou a sua satisfação em participar da cerimônia de posse da diretora do IMPG, na posição que ocupa hoje, pois durante seus 40 anos de vida profissional junto à UFRJ, pode acompanhar o desenvolvimento do Instituto de Microbiologia, ainda na gestão do professor Paulo de Góes, desse modo, sua presença na cerimônia na posição de decano é para ele, motivo de muito orgulho.

Para o professor Luis Eurico, a única maneira de trabalhar nesses tempos difíceis é fomentar nas unidades do Centro de Ciência da Saúde, o sentimento de coletividade, para ele, esse será o diferencial da gestão e o único meio de obter significativas realizações. Ainda como destaque em seu discurso, o Decano corroborou com o ponto levantado pela Vice-diretora, quanto a necessidade de elaboração de novas estratégias de ensino,

“É preciso mudar a metodologia de ensino, e gostaria de convidar ao IMPG a criar propostas de novas formas de ensino/aprendizagem. Temos que enfrentar esse desafio. Precisamos trazer à Graduação a mesma agilidade de mudanças de métodos que estão presentes na Pós-Graduação”.

O Decano terminou seu discurso desejando sucesso à nova direção e a convidou a compor esforços com a Decania do CCS.

A fala do Vice-reitor, professor Carlos Frederico Leão finalizou a cerimônia e reforçou a importância do compromisso com a excelência na formação e na pesquisa, características da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O professor Carlos Frederico compartilhou a sua visão de economista sobre um ativo intangível que é o conhecimento.

“Na visão de um economista, o conhecimento é um bem e quem o produz não se apropria de todos os benefícios que esse bem gera”.

Essa, segundo o professor Carlos Frederico, é a primeira característica do conhecimento enquanto ativo. A segunda característica é que ao produzi-lo, ele pode ser absorvido por todos, ele é um bem não-concorrente (bem público), e como tal deve ser tratado. Para o Vice-reitor, diante do atual cenário nacional, a resposta da Universidade, a cada exposição midiática que alcançar será a capacidade de reafirmar que a Ciência e Pesquisa são o ativo mais importante de um país.

O Vice-reitor finalizou sua fala desejando sucesso à nova direção e incentivando na academia um pensamento de proximidade com o setor produtivo.

“É necessário levar esse conhecimento para a sociedade, cujo principal condutor é o discente em relação com o mercado, mas podemos alargar essa transmissão na proximidade direta com o setor produtivo”.

Clique AQUI para conferir as fotos da posse.

01 11 microbiologia noticia coraisCom o derrame de petróleo que vem atingindo as águas da região nordestina, maior desastre brasileiro em extensão territorial, surge a necessidade de entender como se comportam os seres que compõem esses ambientes. Pensando em salvar a preservar a vida dos recifes, tanto dessas regiões quanto de muitas outras, cientistas brasileiros desenvolveram probióticos que têm se mostrado eficientes na tarefa de proteger e recuperar corais vítimas de degradação.

O Projeto Procorais, pioneiro nessa tarefa, foi fundado em 2014 pelo Instituto de Microbiologia da UFRJ. Os trabalhos do Procorais e seus projetos têm recebido bastante reconhecimento na comunidade científica mundial. O grupo de Raquel Peixoto, professora do IMPG, recentemente recebeu um prêmio e patrocínio internacional um trabalho sobre os coquetéis probióticos produzidos com micro-organismos que vivem nos próprios corais para salvar a Grande Barreira de Corais, na Austrália.

Os Micro-organismos Benéficos aos Corais (BMCs, na sigla em inglês) são micróbios que aumentam as defesas naturais dos animais e são primordiais para o desenvolvimento dessa ação preventiva. Apesar dos estudos do Procorais ainda estar em andamento e demandar pelo menos cinco anos para que possa ser usado como intervenção nas consequências desses desastres, os probióticos representam uma possibilidade de proteger os corais da poluição por óleo. Principalmente ao considerar que aproximadamente 8,4 milhões de toneladas de produtos derivados do petróleo são lançados nos oceanos todos os anos, segundo pesquisas do grupo.

Raquel Peixoto é Professora do Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Góes, e Professora Visitante na Universidade da California Davis, membro permanente dos Programas de Pós-Graduação do Instituto de Microbiologia (UFRJ) e de Biotecnologia Vegetal e bioprocessos (UFRJ), Bolsista de Produtividade CNPq, Jovem Cientista do Nosso Estado/FAPERJ e ex-Coordenadora Nacional da Área de Microbiologia Ambiental da Sociedade Brasileira de Microbiologia (2012-2016). Para mais informações sobre a professora, clique AQUI.

Para conferir na íntegra a matéria que O Globo fez sobre o projeto, clique AQUI.

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